Início e fim, para sempre.
Nasceu como uma ardência no peito... Mas não tinha nada a ver com o coração.
Subiu à cabeça, mas não acessou a mente. O cérebro ignorou.
Mexeu a barriga, mas as entranhas permaneceram intactas.
Nada se moveu, porém tudo mudou.
Aqui estou eu em frente ao computador e como tantas vezes antes, escrevo apenas sobre a escrita. Repetição.
Se é relevante, ou não... Isso é irrelevante.
Não há histórias a contar. A moça continua a dançar, o filósofo continua a ler, o solitário continua egoísta...
Ninguém se moveu, tudo está igual, mas quanta mudança!
Escrito por Rafael Morena às 21h39
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